PARALISIA CEREBRAL

Paralisia Cerebral (PC) é uma perturbação não progressiva do movimento e da postura, devido a lesão cerebral ocorrida num período precoce do desenvolvimento do cérebro. Alguns autores propõem a idade limite dos 2 anos de idade, enquanto para outros e, tendo em conta a plasticidade cerebral é proposto a de 5 anos.

Em cada 1000 bebés que nascem, 1,5 – 2,5 podem ser afectados por paralisia cerebral.

Várias são as classificações proposta, umas de acordo com a anomalia motora / local de lesão e outras relativas aos défices motores aos défices motores encontrados ou, até mesmo uma conjugação de ambas.

Algumas crianças têm perturbações ligeiras, quase imperceptíveis, que as tornam desajeitadas, parecendo pouco harmoniosas a andar, falar ou em tarefas manuais.

Outras há que são gravemente afectadas com incapacidade motora grave, impossibilidade de andar e falar, sendo dependentes nas actividades da vida diária.

Entre estes dois extremos, há vários graus de incapacidade e as manifestações dependem pois da localização das lesões e áreas do cérebro afectadas.

A criança com PC pode ter inteligência normal ou até acima do normal, mas também pode ter atraso intelectual, não só devido às lesões cerebrais, mas também pela falta de experiência resultante das suas deficiências.

Etiologias (causas)
O que vai acontecer?
Alimentação
Comunicação e linguagem
Défices Sensoriais
Educação e Integração Social
Higiene e Autonomia
Motricidade
Bibliografia

Christos P. Panteliadis, Thessaloniki / Greece (2004), Cerebral Palsy-Principles and Management: Classification 17-20.

Christos P. Panteliadis, Thessaloniki / Greece (2004), Cerebral Palsy-Principles and Management: Incidence and Prevalence 21-29.

Christos P. Panteliadis, Thessaloniki / Greece (2004), Cerebral Palsy-Principles and Management: Aetiology 30-48.

Christos P. Panteliadis, Efterpi L. Pavlidou, Chariklia Bibi, Thessaloniki / Greece (2004), Cerebral Palsy-Principles and Management: Clinical Characteristics 60-89.

Christos P. Panteliadis, Thessaloniki / Greece (2004), Cerebral Palsy-Principles and Management:, Differential Diagnosis of Cerebral Palsy 90-98

Bushan V, Paneth N, Kiely J., Impact of improved survival of very low birth weight infants on recent secular events in the prevalence of cerebral palsy. Pediatrics 1993;91:1094-1100.

Edgar TS. Clinical utility of botulinum toxin in the treatment of cerebral palsy:comprehensive review. J. Child Neurol 2001;16:37-46.

Freeman JM, Nelson KB. Intrapartum asphyxia and cerebral palsy. Pediatrics 1988;82: 240-249.

Hill A. Current concepts of hypoxic-ischemic cerebral injury in the term newborn. Pediatric Neurol 1991;7:317-325.

Nelson KB, Ellenberg JH. Antecedents of CP: univariate analysis of risks. Am J Dis Child 1985;139:1031-1038.

Nelson KB, Ellenberg JH Children who “outgrew” cerebral palsy.Curr Opin Pediat 1999;11:487-491.

Paternak JF,Gorey MT. the syndrome of acute near-total intrauterine asphyxia in the term infant. Pediatric Neuro 1988;18:391-398.

Volpe JJ. Neurology of the nedwborn, 3rd ed. Philasdelphia:Wb Saunders, 1995.

Wilson-Costello D, Borawski E, Friedman H, et al. Perinatal correlates of cerebral palsy and other neurologic impairment among very-low-birth children. Pediatrics 1998;102:315 – 322.

Equipa Técnica do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian. A criança com Paralisia Cerebral- Guia para os pais e profissionais de saúde e educação- II edição. Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral.

QUEM SOMOS
A Sociedade Portuguesa de Neuropediatria tem como objectivo a promoção, aprofundamento e divulgação de conhecimentos relativos à neuropediatria, e propõe-se a investigação na respectiva área, cooperação com organismos afins, nacionais e estrangeiros, informação dos poderes públicos dos problemas da especialidade, e propor soluções.
ONDE ESTAMOS
CONTACTOS DO SECRETARIADO
+351 918 297 743
spnp.neuropediatria@gmail.com
Avenida da Boavista, Nº 1015 - Sala 601, 4100-128  Porto
© 2016 SPNP - Sociedade Portuguesa de Neuropediatria